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Estudante rico, estudante pobre

Podem ser inteligentes, esforçados, resilientes e ambiciosos. Mas não podem apagar a herança social e cultural que os impede de se ajustarem adequadamente a ambientes mais “elitistas”. A democratização e o acesso à educação para todos continua a ser um feliz ideal a atingir, mas a verdade é que não garante oportunidades iguais, sendo inúmeros os mecanismos que perpetuam a “imobilidade” em termos de “ascensão de classe”. Reconhecer este problema como uma questão de diversidade, nas universidades e nas empresas, poderá ser um passo em frente para minorar o mal-estar daqueles que não tiveram a sorte de nascer em berço de ouro

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Os salteadores da prosperidade cultural desejada

Não encaram a pobreza apenas – ou em primeiro lugar – como um fenómeno económico. Estão mais preocupados com a penúria nos relacionamentos, no conhecimento, nas estruturas sociais e legais que deveriam estimular a equidade e a justiça. É uma nova definição de miséria que os inovadores culturais estão a tentar eliminar em novos espaços que criam, com gestão e financiamento mínimos, das bases para o topo e aproveitando a inteligência e as capacidades dos “comuns”. E poderão representar a nossa melhor esperança para descobrir e criar a prosperidade desejada que se encontra sincronizada com o nosso ambiente em rápido desenvolvimento.

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Em férias, liberte-se (mesmo) do trabalho

É estranho, mas é uma realidade para muitos: depois de sonharmos acordados durante o ano inteiro com as tão ansiadas férias, quando elas chegam verdadeiramente, desligar pode tornar-se num verdadeiro pesadelo. Este artigo é dedicado aos que se preocupam mais em carregar as baterias dos dispositivos tecnológicos do que as suas próprias baterias, aos workaholics que consideram que o descanso é roubar tempo ao trabalho e aos que, por falta de disponibilidade no corre-corre diário, não reflectem sobre a vida que os conduz versus a vida que gostariam de conduzir

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