slide1 slide2

Construir uma Casa Comum onde se viva humanamente

Numa reflexão sobre o propósito da Laudato Sì, a ambiciosa encíclica do Papa Francisco dedicada à sustentabilidade do planeta, o investigador e docente Henrique Leitão destaca o “argumento global” contido no documento, que integra “os múltiplos aspectos da relação da humanidade com a Terra” – das graves ameaças ambientais à relação do homem com a natureza. Na sua perspectiva, o grande desafio é enfrentar o “paradigma tecnocrático”, desenvolvendo “sociedades tecnológicas” onde se possa “viver humanamente”

Continuar...

A Geração “quer tudo”

Querem uma carreira internacional, “moderna” e flexível, ter casa própria e filhos, garantir que exista um equilíbrio saudável entre ambas, seguir os seus sonhos, fazer uso dos seus talentos, viajar por vários países, explorando as suas culturas, e experimentar e descobrir muitas “coisas” diferentes. Preocupa-os o desemprego, a corrupção e o terrorismo e, graças às redes sociais, estão a tomar mais atenção à política e também à economia. Têm entre 16 e 25 anos, querem ter tudo e foram objecto de estudo de mais um Barómetro da Juventude, publicado pelo Credit Suisse

POR Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Continuar...

Como a Inteligência Artificial vai mudar a vida urbana até 2030

Para o bem e para o mal, mas acreditando que será mais para o bem, a marcha célere da Inteligência Artificial já não tem retorno. Entre desafios, ameaças, temores e grandes esperanças, o impacto que terá em diversos domínios da nossa existência não é ficção científica. E basta pensarmos um bocadinho para perceber que, afinal, os sinais do futuro já nos cercam no presente. A IA já chegou e veio para ficar

POR Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Continuar...

Conselhos de Administração ainda funcionam a preto e branco

Teoricamente dispostos a embarcar na onda da mudança, os membros dos conselhos de administração das maiores empresas dos Estados Unidos continuam a navegar perto da costa do seu conforto e agarrados ao leme da tradição. A esmagadora maioria afirma acreditar no sucesso da diversidade, num maior diálogo com os investidores e em responsabilidades acrescidas na era da disrupção. Mas continuam a preferir não ter mulheres sentadas ao seu lado, a assobiar para o lado face ao aumento do tom de voz dos accionistas activistas e a considerar que a carga de trabalho que têm nos ombros é perfeitamente gerível face ao antigamente

POR Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Continuar...