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Os desafios da geração mais jovem no mundo empresarial

Ter saúde e independência financeira e constituir família são as três maiores preocupações da geração entre os 20 e os 40 anos. É o que revela o estudo “Jovens e o Mundo Profissional”, apresentado a 25 de Março no 1º Encontro da ACEGE Next, a nova comunidade da associação cristã que quer ajudar os mais novos a ultrapassar os desafios que enfrentam, no trabalho e na família. E que se lançou sob o mote “a coragem de fazer a diferença”, reunindo cerca de 150 participantes numa reflexão sobre o papel desta geração no mundo empresarial

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Confiança a bater no fundo obriga a reinvenção

No âmbito das comemorações do 60º aniversário dos Tratados de Roma, a União Europeia recordou recentemente o passado mas debateu, acima de tudo, o futuro. Antever os próximos anos, preparando o Velho Continente para as eventuais mudanças decorrentes da evolução tecnológica e social, procurando estratégias para enfrentar os variados desafios, foi um dos principais objectivos de diversos eventos, como a Jornada Digital e a apresentação do Livro Branco sobre o futuro da Europa. “Que futuro desejamos para nós próprios, para os nossos filhos e para a nossa União?” é a questão que se impõe e que será debatida ao longo dos próximos meses, numa Europa que parece cada vez mais desunida

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Boa reputação ou como é tão fácil perdê-la

A Rolex ocupa o primeiro lugar do ranking anual de percepção sobre a reputação de grandes empresas e a Volkswagen o último. Em 100 organizações avaliadas, de sublinhar uma ligeira, mas contínua queda, das tecnológicas – com alguns casos mais complexos como o da Samsung – e, no sector automóvel, a excelente prestação da luxuosa Rolls-Royce. Ilações? Algumas. Em certos casos, o valor da tradição continua a imperar, noutros o que mais conta é a inovação. Mas e comum a todas as empresas, é o facto de, e cada vez mais, o público não perdoar maus comportamentos ou “faltas de carácter” organizacionais

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Escravos das ideias alheias?

Recordam-se, este ano, os 530 anos desde a primeira vez que se editou um livro em Portugal. Decorria o ano de 1487 quando Samuel Gacon, tipógrafo de origem judaica, imprimia o primeiro livro, através do sistema inventado por Gutenberg, em solo português. A obra foi o Pentateuco, em língua hebraica, e foi impressa em Faro. Dez anos volvidos e com a mesma técnica de impressão, Rodrigo Álvares, tipógrafo luso, imprimia o primeiro livro na língua de Camões: Constituições que fez o Senhor Dom Diogo de Sousa, Bispo do Porto.

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