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Porque é possível enriquecê-lo, sem o explorar

Pioneira, desde 1976, na cruzada a favor de muitos dos ideais de sustentabilidade que fazem obrigatoriamente parte das empresas socialmente responsáveis da actualidade, a The Body Shop comemora, este ano, o 30º aniversário do seu bem-sucedido programa de comércio justo com as comunidades, uma das várias bandeiras que começou por ser acenada pela sua irrequieta, ambientalista e idealista fundadora. Anita Rodick morreu há 10 anos, mas o seu legado continua vivo. Aquilo a que chamou “liderança moral” – ou a crença de que uma empresa pode ser simultaneamente ética e lucrativa – transformou-se num movimento corporativo e a empresa continua a perseguir o sonho que idealizou: ser a “mais ética e sustentável do mundo”

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“Salvaguardar a dignidade humana é uma tarefa de enorme complexidade”

Quem o afirma, e face à necessidade de apoiar os progressos científicos e tecnológico a par dos valores fundamentais na vida e na cultura da Europa, é Ana Sofia Carvalho, directora do instituto de Bioética da Universidade Católica – Porto, e nomeada para integrar um conjunto de 15 peritos de áreas distintas para o renovado Grupo Europeu de Ética para as Ciências e as Novas Tecnologias. Em entrevista ao VER, e sem poder adiantar ainda os temas prioritários a que se dedicará este “conselho”, a especialista traça, contudo, alguns dos principais desafios que se colocam nas várias intersecções da ética com os progressos acelerados que observamos, continuamente, na ciência e na tecnologia

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Se a porta se fecha para sempre, há que abrir uma janela

Sheryl Sandberg, a famosa COO do Facebook, está prestes a publicar um novo livro que, de uma forma geral, não é muito diferente dos que integram a fértil literatura de auto-ajuda. Tendo como mote a morte súbita do seu marido, há cerca de dois anos, Sandberg, em conjunto com o reconhecido psicólogo Adam Grant, mistura a forma como resolveu expressar o seu luto com um conjunto de pesquisa científica sobre a resiliência, um “músculo” que pode ser exercitado para ultrapassar as adversidades que, sem excepção, espreitam a vida de todos nós. Mas o valor desta denominada Opção B, título do livro, não reside propriamente nas suas páginas, mas num movimento, com o mesmo nome, agora lançado e que tem os ingredientes necessários para ajudar a ultrapassar experiências traumáticas de natureza diversa

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Sector privado é crucial para os ODS, mas não pode avançar sozinho

Foi com o objectivo de estreitar o fosso entre o investimento que é feito actualmente e aquele que é desejado e/ou necessário para concretizar os ODS, que a OCDE organizou recentemente o seu Fórum Global para o Desenvolvimento de 2017. A importância do trabalho conjunto e da criação de sinergias entre os diversos sectores para que estes ambiciosos Objectivos sejam alcançados foi uma das principais ideias presentes em todo o evento, no qual foi também sublinhado – uma vez mais – que ninguém deve ficar para trás

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Sociedade civil propõe criação de Comissão Parlamentar para os ODS

Perante “a escala e a ambição” de uma Agenda finalmente universal para o desenvolvimento, é premente acelerar estratégias e acções colaborativas a nível local, que garantam a concretização das necessárias mudanças globais. Mas, um ano e meio depois de subscrever os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, Portugal estuda ainda intenções e prioridades futuras para a sua implementação. Para impulsionar um movimento programático concertado, um conjunto de plataformas e redes nacionais realizou uma Consulta Pública à sociedade civil, propondo à Assembleia da República a criação de uma Comissão Parlamentar para os ODS que desenvolva uma acção permanente sobre o seu cumprimento

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