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O trabalho com significado e o rendimento básico universal

Se pudéssemos prover um determinado rendimento que cobrisse as necessidades pessoais e familiares e uma quantidade decente de lazer para estratos sociais alargados de “desempregados tecnológicos”, será que isso seria desejável? As perguntas sublinham muitas das angústias económicas dos nossos tempos: incertezas face ao futuro, desemprego, salários baixos, horas de trabalho intermináveis, desequilíbrio entre família e trabalho, etc.. Mas e como afirma o Papa, “o verdadeiro objectivo a alcançar não é o de um “rendimento para todos”, mas antes o de “trabalho para todos”

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“Isto não é informação, é filme; é a provocação de sentimentos”

A afirmação é de Henrique Monteiro, orador convidado do mais recente almoço-debate promovido pela ACEGE. Dando como exemplo a forma como tem sido abordada, pela imprensa, a tragédia de Pedrógão Grande, e com foco no tema “Os desafios da ética e da verdade no mundo da informação”, o jornalista do Expresso criticou a tendência de infortainment que muitos meios estão a seguir. E reforçou que o objectivo do jornalismo é “chegar aos outros da forma mais simples” e que os jornalistas não podem “falsear a informação para chegar a mais pessoas”

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Bergoglio, o padre que aprendeu a rezar

Evocando em particular um dos períodos mais negros da história da Argentina, a altura em que vigorou no país uma brutal ditadura militar, o filme italiano “Francisco, o Papa do povo”, recentemente estreado em Portugal, conta-nos a história de Jorge Bergoglio, desde os seus 22 anos, mostrando, em simultâneo, o percurso feito pelo actual Sumo Pontífice e os muitos “nós” que teve de desatar, em conjunto com a luta que foi sempre obrigado a travar entre a cabeça e o coração. Fiel à defesa dos que vivem nos subúrbios existenciais da vida e nesta dualidade em que o coração parece sempre levar a dianteira, Bergoglio manteve a coerência. Antes de ser Papa. E depois…

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