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Atitude para a felicidade: um mindset que se constrói

Seja numa grande empresa ou numa jovem start-up, é difícil ignorar o valor da felicidade dos nossos colaboradores. Colaboradores felizes trabalham melhor em equipa, produzem mais e são mais inovadores. A felicidade traz uma vantagem competitiva e, nas palavras de Shawn Anchor, “todos os negócios mostram sinais de melhoria quando o cérebro tem uma atitude positiva”

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E se todos formos um bocadinho desonestos?

Bem, e na verdade, todos somos. Pelo menos de acordo com um recente estudo coordenado pelo psicólogo e especialista em economia comportamental, Dan Ariely, o ser humano é incapaz de não mentir nem de se manter 100% honesto. Contudo, nem tudo são más notícias: entre os cinco países escolhidos para esta mesma análise – Portugal incluído – os estudantes universitários portugueses foram os que menos batota fizeram nas experiências realizadas. E a grande conclusão é que desde que o acto de desonestidade não suje a imagem que temos de nós próprios, então é muito mais fácil praticá-lo

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Geração mais jovem é a mais indiferente à ética

Leu bem e tal não significa necessariamente que são os mais velhos que são mais éticos – pelo contrário, dão um mau exemplo – mas este é um dos mais preocupantes resultados divulgado pelo EY EMEIA Fraud Survey 2017. Com um universo de 4100 inquiridos, provenientes de 41 países, o presente estudo confere uma visão desoladora face ao estado da ética no ambiente empresarial. E mesmo tendo em conta o ambiente particularmente periclitante em que vivemos, com tensões geopolíticas, económicas e sociais a contribuírem para um enfoque cada vez mais centrado na obtenção de lucro a todo o custo, tal não pode ser desculpa. Mesmo

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Rendimento básico incondicional: utopia ou solução?

Absolutamente incompreensível para uns, fazendo todo o sentido para outros e ainda com uma dose elevada de pontos de interrogações para a maioria, o rendimento básico universal, ou incondicional, tem gerado debates acesos. Com o objectivo de ajudar os mais necessitados a libertarem-se das garras da pobreza e/ou de ser a resposta para o ajustamento que o mundo laboral terá de fazer face ao “roubo” de postos de trabalho no futuro próximo, a questão é tão moral quanto política ou económica. E são muitos os que defendem que é chegada a hora de a debater seriamente

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