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Bergoglio, o padre que aprendeu a rezar

Evocando em particular um dos períodos mais negros da história da Argentina, a altura em que vigorou no país uma brutal ditadura militar, o filme italiano “Francisco, o Papa do povo”, recentemente estreado em Portugal, conta-nos a história de Jorge Bergoglio, desde os seus 22 anos, mostrando, em simultâneo, o percurso feito pelo actual Sumo Pontífice e os muitos “nós” que teve de desatar, em conjunto com a luta que foi sempre obrigado a travar entre a cabeça e o coração. Fiel à defesa dos que vivem nos subúrbios existenciais da vida e nesta dualidade em que o coração parece sempre levar a dianteira, Bergoglio manteve a coerência. Antes de ser Papa. E depois…

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“A corrupção não se perdoa, tem de ser curada”

Há muitos anos que o Papa Francisco aponta o dedo à corrupção na sociedade globalizada. Em “Corrupção e Pecado” torna essencial a toda a humanidade que é preciso denunciar, para poder curar, “o pecado que entra na consciência e não deixa lugar”, sem arrependimento. Porque “a corrupção não é um acto mas um estado pessoal e social, em que nos habituamos a viver. Transforma-se numa cultura”

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Porque é possível enriquecê-lo, sem o explorar

Pioneira, desde 1976, na cruzada a favor de muitos dos ideais de sustentabilidade que fazem obrigatoriamente parte das empresas socialmente responsáveis da actualidade, a The Body Shop comemora, este ano, o 30º aniversário do seu bem-sucedido programa de comércio justo com as comunidades, uma das várias bandeiras que começou por ser acenada pela sua irrequieta, ambientalista e idealista fundadora. Anita Rodick morreu há 10 anos, mas o seu legado continua vivo. Aquilo a que chamou “liderança moral” – ou a crença de que uma empresa pode ser simultaneamente ética e lucrativa – transformou-se num movimento corporativo e a empresa continua a perseguir o sonho que idealizou: ser a “mais ética e sustentável do mundo”

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