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Mensagem da Comissão Episcopal do Laicado e Família para o Dia Mundial da Mãe - 5 de maio de 2019

Olhar e reconhecer a grandeza do amor da mãe

Sentada no chão, com um filho no colo e dois deitados no chão, tem um olhar perdido para a câmara, que não nos deixa sossegar. Há uma tristeza conformada, uma interrogação silenciosa. É uma Mãe, vítima do ciclone Idai, em Moçambique. Outra fotografia, mostra-nos uma mulher jovem, com os pés na água, que caminha por entre escombros. A mesma tristeza. Não percebemos se leva consigo um filho, preso ao seu corpo, mas mesmo que tal não aconteça, algum deixou para trás ou vai ao encontro de outro. Mães e filhos.

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MENSAGEM DA COMISSÃO EPISCOPAL DO LAICADO E FAMÍLIA PARA O DIA DO PAI – 19 de MARÇO de 2019

Quem ama como um bom Pai, é parecido com Deus

O dia do Pai é uma oportunidade para valorizarmos a vida, a missão, a responsabilidade e a maturidade do amor de um pai. Todo o homem que teve a graça de ser pai com consciência e responsabilidade, atingiu um patamar de maturidade do Amor.

A primeira experiência da vivência do amor que um homem faz, é a experiência de ser filho. Portanto, é amado e ama como filho e estabelece espontaneamente um relacionamento filial.

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MENSAGEM DA COMISSÃO EPISCOPAL DO LAICADO E FAMÍLIA PARA O DIA DOS NAMORADOS – 14 de FEVEREIRO de 2019

Há encontros que marcam a vida. O namoro pode proporcionar um conjunto de momentos fundadores de uma relação para toda a vida e pela qual se dá a vida.

A relação entre namorados é, por si mesma, dinâmica, pois trata-se desde o princípio, de uma tríplice descoberta: Quem sou eu? Quem és tu? Quem somos nós?

Conhecermo-nos é muito mais do que apreender as características de cada um, pois a vida é muito mais do que a nossa psicologia e a nossa biologia. A relação acontece com beleza e profundidade, quando partilhamos escolhas, sonhos e projetos. Só poderemos caminhar, se seguirmos pelo mesmo caminho e resolvermos juntos as dificuldades das encruzilhadas que vamos encontrando na vida.

O tempo do namoro é decisivo, porque leva à descoberta da beleza do amor pela dádiva da vida, por isso, requer tempo, delicadeza e seriedade, que geram confiança, estima e respeito. É, por isso, que o Papa Francisco nos lembra que “aprender a amar alguém não é algo que se improvisa”. 

Neste sentido, preocupa-nos a crescente violência no namoro porque compromete um projeto familiar alicerçado no verdadeiro amor.

Neste “Dia dos Namorados”, festejado sob a invocação de São Valentim, um santo da península itálica, do século III, que, segundo a tradição, teria apoiado os jovens com vocação ao matrimónio a casarem-se, contra as ordens imperiais, que os queria livres para funções militares, a Igreja saúda-vos e acompanha-vos com esperança, pois conta convosco para a constituição de novas famílias fortes na fé, na alegria e no amor fecundo, na certeza que é assim que Deus vos sonha e deseja contar convosco, pois “não há maior amor do que dar a vida pelo amigo”.